A origem dos micros de mão tem inspiração no cinema. Um dos criadores do filme "Star Trek" ("Jornada nas Estrelas") exigiu que na espaçonave Enterprise nenhum membro da tripulação utilizasse blocos de papel, lápis ou caneta. Os tripulantes tinham de usar o handheld Tricoder e comunicadores para coletar dados e transmitir mensagens.
Mas foi na década de 70 que a Xerox passou a pesquisar o conceito de computador móvel, o Dynabook, um micro do tamanho de um notebook.
Em 1988, a Apple inicia a pesquisa em computação móvel e, no primeiro semestre de 1990, anuncia o conceito de seu aparelho, o Newton. Era um computador com tinta eletrônica, capaz de reconhecer escrita e que chegaria ao mercado no prazo de dois anos a US$ 1.500. Em janeiro de 1992, o Newton chega ao consumidor, com 1 Mbyte de memória e transferência de dados a 38,5 Kbps.
Nesse mesmo ano, a Tandy e a Casio anunciam o desenvolvimento do Zoomer PDA. No mesmo período, nasce a Palm.
Em 93, a Motorola começa a desenvolver o Envoy. Sai também no mercado o PDA Gecko, com o sistema operacional do Newton. Nesse ano, o mercado conhece o Zoomer, da Tandy e Casio. A Sharp cria um clone do Newton, o ExpertPad.
Em 94, a IBM e a Bell South põem no mercado o Simon. No mesmo período, a Sony lança o Magic Link. No ano seguinte, é a vez da Motorola vender o Envoy.
Em 1995, a fabricante de modems U.S. Robotics adquire a Palm, que, em março de 96, coloca no mercado o Pilot 1.000 e o Pilot 5.000. É no final de 97 que a Palm decide licenciar o sistema Palm OS. Em maio de 99, um micro de mão conecta-se à internet.